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Auditoria interna ISO 22000

Auditoria interna da ISO 22000 no chão de fábrica — pré-requisitos, pontos críticos e teste de rastreabilidade que fecha.

Auditoria de segurança de alimentos se faz onde o alimento é manipulado. É no fluxo, na higienização, no registro de temperatura e no lote que aparecem as diferenças entre o plano e a prática.

O que o auditor olha

  • Pré-requisitos: fluxo sem cruzamento, barreira sanitária que funciona, controle de pragas com evidência, higienização validada, água com análise em dia.
  • Análise de perigos que descreve o produto e o processo reais — e a lógica que levou cada perigo a virar pré-requisito operacional ou ponto crítico de controle.
  • Monitoramento dos pontos críticos: registro no momento, não de memória no fim do turno. É o achado mais comum da norma.
  • Ações corretivas quando o limite crítico foi ultrapassado: o que foi feito com o produto.
  • Rastreabilidade, testada — e não descrita.
  • Verificação e validação: como a empresa demonstra que o controle escolhido funciona.

O teste que vale por uma auditoria inteira

O teste de recolhimento. Em poucas horas ele mostra se a rastreabilidade fecha do insumo ao cliente, e com que precisão. Quando não fecha, o problema raramente é documental: é falta de amarração entre lote de insumo, produção e expedição — e isso leva tempo para corrigir.

Dimensionamento

Dias de auditoria por régua pública, considerando efetivo, número de linhas e categorias de produto, turnos e escopo. No caminho FSSC, há exigências adicionais do esquema, inclusive auditorias não anunciadas. A Target-Q entrega o cálculo com a memória, para você conferir a proposta recebida.

Por que terceirizar a auditoria interna

Em segurança de alimentos a auditoria interna é feita, quase sempre, pela própria equipe de qualidade que mantém o plano HACCP — a mesma que definiu os limites críticos que precisariam ser questionados. Limite crítico mal justificado atravessa anos sem ninguém perguntar de onde saiu.

O que a empresa ganha com alguém de fora:

  • Questionamento do plano HACCP por quem não participou da análise de perigos: a justificativa de cada limite crítico e de cada PCC volta a ser examinada.
  • Verificação dos programas de pré-requisitos no chão, no turno em que a linha roda, e não pelo procedimento arquivado.
  • Independência de quem libera lote. Quem decide a liberação não deveria auditar o critério de liberação.
  • Olhar de quem audita várias plantas — contaminação cruzada e fluxo de pessoal são achados que a casa deixa de enxergar por convivência.

Terceirizar não transfere a responsabilidade pela inocuidade do alimento. Separa quem executa o controle de quem verifica se ele está funcionando.

Quem conduz a sua auditoria

Os auditores da Target-Q auditam sistemas de gestão de segurança de alimentos e conhecem a ISO 22000 pelo lado de quem implanta e de quem é auditado. Vão ao processo no horário em que ele acontece: em inocuidade, auditoria feita só em sala de reunião não encontra o que importa.

A régua de evidência é a da casa: constatação sem evidência objetiva não vira achado, e achado sem requisito não vira não conformidade. O nome de quem conduz, a formação e a experiência vão na proposta, antes de você decidir.