ESG e sustentabilidade
Práticas ambientais, sociais e de governança estruturadas como sistema de gestão — com indicador que se mede, não com relatório de intenção.

ESG virou exigência de cliente, de investidor e de cadeia de fornecimento. E virou também um mercado de relatórios bonitos que não mudam nada na operação.
A diferença entre os dois está em algo que a Target-Q faz há mais de uma década em outras normas: transformar intenção em rotina medida.
O que é
ESG reúne práticas ambientais, sociais e de governança que sustentam a competitividade da empresa no longo prazo. A referência mais usada são os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, e o efeito é de mão dupla: melhora a gestão interna e muda como a empresa é percebida por quem compra, financia e regula.
Como estruturamos
Do mesmo jeito que um sistema de gestão, porque é disso que se trata:
- Diagnóstico — onde a empresa está, contra o que o mercado dela cobra.
- Materialidade — o que de fato importa para o seu negócio e para as suas partes interessadas. Sem esse recorte, a empresa tenta responder a tudo e não sustenta nada.
- Indicadores — o que será medido, com qual base de comparação. Indicador sem base é declaração.
- Governança — quem responde por cada tema, e como isso chega à direção.
- Rotina e evidência — o que acontece todo mês, e o registro que sustenta o que se afirma.
- Comunicação — o relatório vem depois do dado, e não no lugar dele.
A relação com as normas
Boa parte do que o ESG cobra já tem norma: ISO 14001 no ambiental, ISO 45001 e SA 8000 no social, ISO 37301 e ISO 37001 na governança, ISO 50001 na energia. Quem já tem algum desses sistemas parte de muito mais perto — e quem não tem pode começar pelo que o mercado dele cobra primeiro.
O que não fazemos
Relatório de sustentabilidade sobre dado que não existe. Quando o levantamento mostrar que falta medição, dizemos antes — porque afirmação sem lastro em ESG tem nome, e o mercado já o usa.